Inglês de nascença, o brunch, junção das palavras breakfast
(café da manhã) e lunch (almoço), é uma refeição que, reza a lenda, surgiu num
domingo para recauchutar os baladeiros de sábado à noite.
O cardápio, assim como o nome sugere, contempla alimentos comumente
servidos em café da manhã (pães, geleias, frios, sucos de fruta, café, chá,
leite etc.) e opções mais “robustas”, como tortas, crepes, suflês, vinhos e
champanhe.
Servido das 10h00 às 14h00, ganhou a Europa, o Canadá e os
Estados Unidos como tradição, e só aterrissou no Brasil em meados dos anos
oitenta.
Quando surgiu, há uns bons trinta anos, o brunch tinha alma
novidadeira e de caráter exótico. Mesmo
com sua crescente popularização — e ainda que esse exotismo tenha se
desmitificado, se aproximando da mesma extravagância exibida por uma peça de
sashimi banhada em cream cheese —, o brunch brasileiro não se adaptou ao nosso
cardápio diário e acabou servindo de opção para buffets pomposos de casamentos
diurnos.
Mas, de uns tempos para cá, essa realidade também mudou. Oscilando entre booms e sumiços, e ao lado do seu primo distante, o happy hour, o nosso brunch parece ter finalmente conquistado um lugar ao sol e abaixo da linha do equador.
Selecionamos alguns estabelecimentos em São Paulo e no Rio de Janeiro que andam lotados de gente à procura dessa refeição alegre, versátil e democrática.
Confira nossas sugestões a abaixo.
São Paulo
Rio de Janeiro
Fonte: FiatFashion










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